Estive fazendo uma análise superficial do momento que o INTER está atravessando e fiquei extremamente preocupado. Procurei comparar os times brasileiros em seus momentos de conquistas e busquei um paralelo com o INTER de hoje. Se pegarmos os últimos campeões, como por exemplo, São Paulo, Cruzeiro e o próprio INTER, veremos que estes times tinham apoio num sólido tripé: treinador, elenco e líderes, formando uma identidade com a torcida e um padrão de jogo vencedor. No caso do nosso amado INTER, este tripé era composto pelo Abel; por jogadores como Ceará, Eller, Bolívar, Iarley, Edinho, Jorge Wagner, Sobis, Clemer, Pato, além do importantes reservas, como Granja, Perdigão, Renteria, Indio; e por fim a liderança incontestável de Fernanão ao lado de Iarley e Clemer.
Pois bem, o que temos hoje? O Tite é um técnico que acabou de entrar e não sabemos como será o seu trabalho. Por mais que confiemos ou desconfiemos, somente o tempo dirá. O início não é nada animador! O elenco, declamado como o melhor do Brasil, já está deteriorado, com as saídas de Fernandão e Iarley, e a inavitável e lamentável venda de Alex até o meio do ano. E a liderança? Não temos. O Alex não assumiu este papel e vai deixar o INTER em muito breve. Restou o Clemer, mas está na reserva. O Nilmar é um guri mimado e que não está jogando nada. E a diretoria, então! Só fala bobagem e demonstra um despreparo e um amadorismo lamentável.
O INTER está descaracterizado e sem qualquer identidade. Condição típica de times fracassados. Tal qual os Coríntians e os pijaminhas da vida, que caíram pela própria incompetência e arrogância.
Não vejo nada de bom pela frente.
Que o Deus do futebol nos ajude.
Saudações COLORADAS.
Um comentário:
Concordo em tudo novamente!!!
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