quarta-feira, 23 de abril de 2008

É hoje

O INTER nunca teve vida fácil. As glórias conquistadas pelo COLORADO sempre foram acompanhadas de grandes doses de drama e emoção, ao contrário de outros times que tem a sorte ao seu lado (ou até mesmo outras ajudas). Ontem o Boca Juniors obteve a classificação para a segunda fase da Libertadores com o resultado que precisava e ajudado pelo resultado do outro jogo do grupo. Alguém aí lembra de quando isso ocorreu com o INTER? Em 2007, o INTER obteve os mesmos 10 pontos que o Boca conquistou ontem e ficou de fora. Também o "imortal" se classificou com os mesmos 10 pontos, para ir capengando e perdendo um monte de jogos até a final. Coisas do futebol.

Hoje a nossa missão é vencer o Paraná por 3 X 0. Insisto que é perfeitamente possível, e diria, até provável. Basta que o time entre em campo com o foco no resultado e sem afobação. Não é que seja fácil, mas a qualidade do INTER é enorme e se jogar naturalmente não tem a menor chance do Paraná resistir. Como sempre a torcida fará a sua parte e lotará o Beira Rio e incentivará o time até o fim. O Abel há de montar um time ofensivo, mas com o meio congestionado para não dar espaços ao adversário. O Alex não vai jogar e fará uma falta tremenda, junto com o Guinazu. Caberá aos demais jogadores a responsabilidade de dar padrão ao jogo e objetividade na criação de jogadas. Tem que colocar o Nilmar na cara do gol e o Nilmar tem que fazer os gols para os quais foi contratado. A defesa tem ser compacta e objetiva e o meio tem que fechar na marcação e abrir na criação. Tudo bem fácil para um elenco desta qualidade e mais fácil ainda no papel. Só nao podemos esquecer que do outro lado estará um time complicado de ser vencido e que não se entrega, até porque não nada a perder.

COLORADOS, estão todos convocados para sofrer hoje à noite, seja na frente da TV, ao lado do rádio, na internet ou no buteco. Vamos ganhar o jogo e obter a classificação, até para manter o nosso rival ocupado com alguma coisa.

Saudações COLORADAS. VAMO VAMO INTER.

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